O que importa é para onde se dirige, mais do que onde nasceu
O Budismo não vê uma pessoa como determinada apenas pelo estatuto em que nasceu. Quaisquer que sejam as condições em que nascemos, podemos caminhar em direção à escuridão ou à claridade conforme a mente e as ações com que vivemos.
Algumas pessoas nascem em condições escuras e avançam para a escuridão, enquanto outras despertam mesmo dentro de condições escuras e se voltam para a claridade. Pelo contrário, mesmo com boas condições, uma pessoa pode caminhar para a escuridão por arrogância e descuido.
O melhor caminho é uma vida que vai da claridade para a claridade. Se recebemos boas condições, devemos usá-las de modo ainda mais luminoso por meio da compaixão, da prática de bodhisattva, do cultivo e da sabedoria.
Hoje, não fique preso às suas condições atuais. Observe com cuidado se as suas ações e a sua mente seguem uma direção luminosa.
Mais importante do que as condições em que nasceu é a direção para onde hoje volta a mente e as ações. Mesmo na escuridão, é possível virar-se para a luz.
- Quatro estradas se dividem em trevas e luz.
- Hyedal-sunim aponta para a direção em que caminhamos.
- Mesmo num caminho escuro, uma pequena lâmpada volta-se para a luz.
- Mesmo numa estrada iluminada, passos descuidados podem tornar-se sombrios.
- Hoje, escolha o caminho luminoso por meio das suas ações.